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falei sobre o que considero ser o coração humano, fazendo uma
comparação com uma nascente de água que pode gerar um rio limpo,
forte e útil se não for contaminada, bloqueada e/ou isolada. Também
tratei do desejo do Gênio
do Mal
de fazer com que percamos cada vez mais da nossa humanidade, nos
tornando gado
para
seus propósitos. Neste sentido, um dos principais instrumentos para
a desumanização é a pseudo-educação, que vem contaminando,
trancando e enjaulando nossos corações enquanto nos força em seus
moldes, enfatizando o que considera útil e matando o que nos
tornaria humanos plenos.
Como
disse ao final do texto, tenho consciência de que a expressão
“gado” aplicada a pessoas pode parecer muito forte e causar um
sentimento de repulsa em alguns, mas é exatamente essa a reação
que devemos ter com relação a esse tema, pois ser gado-humano é
uma situação realmente repugnante, degradante e revoltante.
Conforme entendemos mais dos propósitos do Gênio do Mal para nós e
nossos filhos, devemos ter náuseas de indignação e transformar
esse mal-estar em motivação para lutarmos contra a cosmovisão
maligna que nos cerca e vem prendendo a humanidade através dos
séculos.
Passemos,
então, a explicitar e analisar o que o Gênio do Mal tem preparado
para nós enquanto seu gado-humano. Para tanto, iremos dividir a
discussão conforme as três funções básicas do gado, a saber:
- Alimento/matéria-prima;
- Força de trabalho;
- Sacrifício.
Citei
essas funções nefastas no texto anterior e, a partir de agora, irei
explicar mais detalhadamente como essas analogias se aplicam a nós.
Mas, antes de começar, gostaria de lembrar que estou utilizando
muitas figuras, simbologias e parábolas. Neste sentido, o objetivo
dos meus textos é didático, mas sua forma é mais poética do que
científica. Preciso dizer isso para que fique BEM claro que não
estou escrevendo em caráter definitivo, nem esperando que as
analogias que utilizo sejam perfeitas/completas quanto ao seu
sentido. Do fundo do meu coração espero que todos vocês, leitores,
entendam isso, pois não quero que hajam mal-entendidos nem
discussões desnecessárias. Espero que haja diálogos e debates
sobre os TEMAS que estou apresentando, e não sobre DETALHES ou
aspectos insignificantes e superficiais dos símbolos/figuras que
estou utilizando.
Dito
isto, passemos a analisar a primeira função que se dá ao
gado-humano:
1. Alimento/Matéria-prima
Quando
nos alimentamos,
ingerimos comidas e bebidas que irão ser decompostas em elementos
que podem ser assimilados por nosso organismo. Os nutrientes vão
para nossas células, tecidos, órgãos, etc, passando a fazer parte
deles. Já aquelas partes do alimento que não podem ser decompostas
e/ou não podem ser assimiladas por nossos corpos devido sua natureza
ou por algum tipo de contaminação são eliminadas como detrito
(fezes ou urina).
De
forma análoga, a matéria-prima
é o material que utilizamos para a criação de um bem útil. Neste
sentido, a matéria bruta é trabalhada, purificada e modificada
conforme a necessidade para passar a fazer parte de um objeto que
desejamos. As partes ou elementos da matéria-prima que não podem ou
não devem ser trabalhadas são descartadas como refugo.
Creio
não ser necessário explicar que, quando falamos em gado, nos
referimos a um tipo de animal que é utilizado tanto para alimento
(carne e leite) quanto para matéria-prima (couro, chifres, ossos,
etc.). Entretanto, é óbvio que, quando afirmo que somos reduzidos à
condição de gado-humano para sermos utilizados como alimento e
matéria-prima, não estou falando literalmente. Minha intenção é
utilizar essa alegoria para afirmar que somos processados,
decompostos, assimilados e, em alguns casos, eliminados como esterco.
Esse é um processo social que pode ocorrer através de vários
mecanismos, mas, especialmente, vem através da pseudo-educação.
Para
deixar mais claro, preciso voltar a falar do Gênio
do Mal
e descrever um aspecto bastante perturbador dessa entidade... Ele
não possui um corpo físico.
É impossível você ir até um lugar e dizer “ali
está ele!”.
Ele não possui forma definida, nem aparência específica, pois não
é um ser humano, nem um animal, nem qualquer criatura física como
conhecemos. Sua natureza é outra, e sua dimensão é diferente da
nossa. Dessa forma, esse conjunto de ideias, pensamentos, valores e
intenções que estamos chamando de “Gênio
do Mal”
é incorpóreo, mas se manifesta de forma visível e física através
dos seres humanos que o carregam em si.
Não estou afirmando que os seres humanos são
o Gênio do Mal, pois ele é algo muito maior que um mero homem; mas
estou afirmando que o conjunto de homens e mulheres que reproduzem a
cosmovisão maligna dessa entidade etérea funcionam como as células
ou órgãos que formam seu corpo.

E
o mais assustador é que, após
sermos assimilados, passamos a ingerir e digerir outros seres humanos
para que também passem a fazer parte da nefasta massa corpórea do
gênio do mal.
Somos iludidos com a mentira de que estamos lutando por uma educação
melhor quando, na verdade, estamos desintegrando os corações das
crianças e, consequentemente, sua humanidade. Por mais que elas
resistam, eventualmente serão vencidas e assimiladas, e o ciclo irá
reiniciar...
Terrível, abominável, repugnante!!!
A
boa notícia é esse não é um processo irresistível, nem
irreversível. Uma
pessoa pode sim lutar contra essa assimilação e decidir não fazer
parte desse corpo assombroso.
Nós podemos renunciar o Gênio do Mal e nos romper os laços que nos
prendem a ele, passando a pensar por nós mesmos e fazer as escolhas
certas para resgatar nossos corações e nossa humanidade, bem como
proteger outros – principalmente nossas crianças – de passarem
pelo terrível processo de digestão pelo qual passamos.
Isso
é possível, e está acontecendo. A prova disso é que você está
lendo este texto neste momento.
Se
você não deseja que seus filhos se tornem alimento para o Gênio do
Mal, vá
na contramão do ácido da pseudo-educação desintegradora.
Não reduza nem decomponha o coração deles, mas os eduque como
seres humanos integrais. Não fique dividindo os aspectos que compõem
eles, preferindo alguns elementos e diminuindo/eliminando os outros.
Não
deixe seus filhos serem digeridos! Não os deixem “fácil de
engolir” para a sociedade!
Permita que seus filhos cresçam e se desenvolvam para se tornarem
homens e mulheres integrais.
Isso
é maravilhoso, mas não posso deixar de alertar que há
um preço a ser pago por aqueles que decidirem não se conformar com
seu destino enquanto gado-humano.
Se você escolher sacudir o jugo e se libertar, estará fadado a ser
considerado refugo, esterco e, como tal, poderá ser eliminado ou
excluído da “sociedade
comum”.
Caso
você já seja parte do corpo do Gênio do Mal e vá contra a
natureza desse ser, será considerado um câncer para a sociedade,
um tumor que precisa ser cirurgicamente retirado ou morto aos poucos
através de radiação ou química. Ou você é parte do Gênio do
Mal ou é seu inimigo declarado – não há meio termo.
Nesta guerra, neutralidade é rendição...

É
uma realidade dura, mas não é algo que deve nos desanimar... Ao
contrário! Saiba que, quanto mais você se desligar do Gênio do Mal
– e isso é um processo, não ocorre de repente – , mais claro se
tornará a outras pessoas que o estado em que elas se encontram não
é natural, nem obrigatório, nem inevitável.
Aqueles
que lhe perseguem hoje, amanhã poderão lhe seguir,
pois sua perseverança em meio à adversidade poderá despertar o
coração humano adormecido que ainda resta nos opositores.
Devemos
entrar nessa batalha com ânimo redobrado, primeiramente para nosso
benefício, em segundo lugar para nossos filhos e, por último, para
o bem daqueles que estão cegos, sendo usados como alimento e
matéria-prima pelo Gênio do Mal. Afinal, se queremos arrancar eles
desse estado catatônico, a arma mais poderosa não será a força,
nem o argumento, mas o exemplo.
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